terça-feira, 26 de novembro de 2013

Reinaldo é carta fora do baralho para Viana

Capitão portista deve falhar jogo de amanhã por lesão 


O capitão do FC Porto, Reinaldo Ventura, muito dificilmente recuperará a tempo de dar o seu contributo no importante jogo de amanhã frente à Juventude Viana, em jogo da 5.ª jornada do campeonato.

O antigo internacional português foi ontem reavaliado à lesão no joelho direito, de que foi vítima na última partida para a Liga Europeia, frente ao Barcelona – vitória do FC Porto, por 6-2 –, submeteu-se a uma série de exames e, embora os resultados não tenham sido divulgados, é quase certo que não viaja amanhã com os restantes companheiros para o Minho.

No encontro frente à equipa catalã, Reinaldo Ventura, que se lesionou nos primeiros minutos, foi rendido por Caio, que acabou por ser a grande figura da equipa de Tó Neves, abrindo o caminho para o triunfo ao apontar os três primeiros golos do campeão português.

“Espero que não seja o meu melhor jogo da época, até porque estamos no início, mas estou bem e tenho sido útil à equipa. O sucesso só é bom quando partilhado com todos”, disse Caio ao Porto Canal.

Contudo, o internacional portista não esquece o seu capitão, Reinaldo Ventura, a passar por um momento menos feliz. “Somos uma família e quando um infortúnio bate à porta de um de nós a equipa sente isso e tenta ser solidária. Ele magoou-se e fez falta à equipa no jogo com o Barcelona. Mais do que ninguém o Reinaldo merecia ter jogado aquela partida e desfrutado da vitória. Ele é o nosso capitão, o nosso grande líder e faz-nos falta. Esperamos que recupere rápido”, disse.

Fonte: Record

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Paço de Arcos e Mealhada anulam-se

 

Em jogo a contar para a 5ª jornada do campeonato nacional da I Divisão, o Hóquei Clube Mealhada deslocou-se até ao pavilhão do Clube Desportivo Paço de Arcos, equipa com grandes pergaminhos no hóquei em patins nacional. Separadas por apenas 2 pontos na tabela classificativa, cabia aos visitados impôr o fator casa, enquanto que a equipa visitante procurava pontuar, uma vez mais, fora de portas.

Desta feita, o Mealhada não entrou bem no jogo, recorde-se que nas primeiras quatro jornadas a equipa mealhadense inaugurou sempre o marcador. Com efeito, decorridos apenas 30 segundos de jogo, o Paço de Arcos chegou ao golo, num potente remate de Rui Pereira ao ângulo esquerdo da baliza defendida por Paulo Santiago.

A equipa visitante acusou o golo sofrido e teve um período de algum desnorte, aproveitado da melhor forma pelo Paço de Arcos para criar algumas oportunidades de golo. Volvidos 2 minutos e 30 de jogo, os forasteiros voltaram a marcar, por intermédio de Rui Ribeiro, num desvio no interior da área mealhadense.

 Paulatinamente, a equipa da bairrada foi-se recompondo do mau começo e foi equilibrando a contenda. A 14 minutos do intervalo, Daniel Costa teve uma grande arrancada, que culminou com um grande remate cruzado, sem hipóteses de defesa para o guardião Carlos Silva. Estava feito o 2 a 1.

Cinco minutos depois, a equipa podia ter chegado ao empate mas David Ribeiro permitiu a defesa de Carlos Silva na cobrança de uma grande penalidade. A 3 minutos do intervalo, os da casa dilataram a vantagem num lance de contra ataque de dois para um, finalizado ao segundo poste.

Ao intervalo, a equipa da casa vencia por 3 a 1, resultado que se aceitava e que castigava a exibição pouco consistente do Mealhada.No segundo tempo a equipa entrou com outra atitude, determinada a mudar o rumo dos acontecimentos e a conquistar os três pontos na partida.

Decorridos 5 minutos de jogo, Gonçalo Louzada desperdiçou nova grande penalidade e o resultado manteve-se. Um minuto depois, o paço-arquenses tiveram um livre direto, assinalado à décima falta de equipa, mas Paulo Santiago evitou o remate de Rui Ribeiro.
Três minutos depois, novo livre directo para o Paço de Arcos, desta feita após a amostragem de um cartão azul a Pedro Coelho, mas, uma vez mais, Paulo Santiago revelou-se um obstáculo intransponível e defendeu o remate de Tiago Alves, mantendo a sua equipa na discussão do resultado.

A 12 minutos do final, Daniel Costa, num movimento rápido, entrou na área e colocou a bola no fundo das redes, reduzindo a desvantagem para 3 a 2. Três minutos depois, Gonçalo Louzada empatou a partida, na cobrança de uma grande penalidade.

Os minutos seguintes trouxeram várias oportunidades de golo para os dois lados, não concretizadas, sendo que o Mealhada dispôs de uma oportunidade clamorosa para vencer o jogo quando, a um minuto do final, teve um livre direto decorrente da décima falta de equipa da linha. Chamado a converter, Pedro Coelho não foi feliz e enviou a bola ao poste da baliza de Carlos Silva.

O jogo terminou com um empate a 3 golos, que se aceita, dado o predomínio do Paço de Arcos na etapa inicial e a boa reacção dos visitantes no segundo tempo. Dir-se-á que a vitória podia ter caído para os dois lados, contudo o empate acabou por ser o resultado final, permitindo às duas equipas somar mais um ponto na tabela classificativa.

Registo para a presença de algumas dezenas de adeptos mealhadenses que não se deixaram intimidar pela distância, ou pelo frio que se fazia sentir, e que foram incansáveis no apoio concedido à equipa.

Fonte: HCM

Sanjoanense de volta aos triunfos

A Sanjoanense regressou a casa e às vitórias, derrotando o Riba D'Ave, formação com história no hóquei em patins e que luta pelas posições cimeiras da tabela.

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 Numa das melhores casas da época, o Pavilhão dos Desportos presenciou mais uma boa exibição da Sanjoanense, especialmente na segunda parte, apoiando sempre incondicionalmente a sua equipa, que ganha muito com esta sintonia perfeita entre adeptos e jogadores.
 Porém, quem marcou primeiro no encontro, foi o Riba D'Ave por intermédio do veterano "Xixa" que, apesar da idade, deu muito que fazer à defensiva alvi-negra. O mesmo "Xixa" poderia ter aumentado a vantagem, aos sete minutos, após uma falta para cartão azul cometida por João Oliveira mas, no respectivo livre-directo, David Nogueira levou a melhor.
 
 Aos dez minutos Chico Barreira, que rubricou uma bela exibição, empata a uma bola e, três minutos depois, Hugo Santos consuma a reviravolta no marcador. Numa primeira parte equilibrada, com o Riba D'Ave sempre a jogar o jogo pelo jogo, o empate voltou a aparecer aos dezassete minutos por Raúl Meca. Quando já se pensava que iria ser este o resultado ao intervalo, a apenas um segundo do fim Chico Barreira com uma sticada forte faz o 3-2.
 
 A etapa complementar fez lembrar o mesmo "Sanjoanense x Riba D'Ave" da temporada anterior, que terminou com 7-2, já que na altura a equipa de Vítor Pereira tinha feito uma primeira parte intermitente e uma segunda parte de alto nível, algo que também se pode aplicar a este jogo, com uma segunda parte de total domínio alvi-negro.
 
 Logo aos três minutos, Alfredo Nogueira numa recarga faz o 4-2, colocando alguma tranquilidade extensível à bancada. Aos seis e nove minutos, os visitados dispuseram de dois livres-directos por duas faltas passíveis de cartão azul mas, em ambos os casos, o degradado estado do piso traiu Daniel Bastos e Hugo Santos, nas respectivas marcações.
 
 Em powerplay, a Sanjoanense marcou o quinto golo aos onze minutos, com Chico Barreira a completar o hattrick. O último golo da noite foi marcado por Hugo Santos, a oito minutos do final, numa jogada rápida de contra-ataque conduzida por Tiago Ferraz que assistiu o experiente avançado.
 
 Segurando a liderança, a Sanjoanense vai, no próximo Sábado, viajar até às Caldas das Taipas para medir forças com o CART Superinertes, numa deslocação muito difícil não só pelo valor do adversário como pela dificuldade de jogar no piso do pavilhão minhoto, que é sintético e com dimensões maiores às do Pavilhão dos Desportos.

Mundo Desportivo-ADS: De regresso às vitórias, conseguindo rodar todos os jogadores, à excepção de si enquanto treinador e guarda-redes suplente

Vítor Pereira: Continuo a dizer que sou treinador a 100% e é isso que estou concentrado a 100%, por isso considero que hoje rodamos os jogadores todos, alguns não têm tido tantas oportunidades apesar de estarem a trabalhar bem, hoje houve essa possibilidade, foi bom rodar toda a gente, foi bom vencer, falhamos na concretização, na primeira parte podíamos ter colocado mais velocidade, mas acho que não deixa margem para dúvidas o resultado e o importante foi termos conquistado mais um triunfo.

M.D.: Este jogo fê-lo recordar o da temporada anterior, onde na altura a Sanjoanense teve uma primeira parte intermitente e uma segunda parte da alto nível?

V.P.: Talvez, o Riba D'Ave o ano passado adoptou, contra nós, uma estratégia muito idêntica, gostam de jogar o jogo pelo jogo, sabíamos que tinham um jogador muito experiente que, apesar da idade, continua a ser preponderante, sabíamos que tínhamos que desgastar, na primeira parte podíamos ter metido mais velocidade e ter marcado mais golos, termos marcado a um segundo do fim e ido para o intervalo a ganhar foi importante para tranquilizar a nossa forma de jogar e sistema de jogo, mantivemos sempre o mesmo sistema na primeira parte, com o Hugo a desgastar o Riba D'Ave na primeira parte, e na segunda parte conseguimos construir a vitória. O jogo do ano passado foi idêntico, pois o Riba D'Ave joga um hóquei bonito, não veio para aqui defender, tem uma boa equipa e vai fazer um bom campeonato.

M.D.: Apesar de se ter disputado, à mesma hora deste jogo, um encontro de futebol de um dos "grandes" do país, o que não se reflectiu na assistência, já que os adeptos, como sempre, marcaram presença em massa

V.P.: Cada vez estamos mais fortes, mais juntos e unidos, temos trabalhado nesse sentido, a secção tem trabalhado para isso, os jogadores têm contribuído, as pessoas aparecido, a claque tem dado um contributo importante e hoje não se notou esse factor futebol. Continuo a dizer que as pessoas em São João da Madeira gostam de hóquei em patins e sabem apreciar bom hóquei, e nós estando a praticar um hóquei de ataque, de jogadas bonitas, de golos, as pessoas não nos virarão as costas e, felizmente, cada vez mais temos mais pessoas atrás de nós. O apoio dos adeptos é fundamental!

M.D.: Na próxima semana, a sua equipa viaja até às Taipas, tendo duas dificuldades, um piso sintético e de elevadas dimensões e perante uma equipa que se reforçou com jogadores de valor, como alguns ex-Limianos. Considera a classificação do CART enganadora?

V.P.: O CART joga num piso complicadíssimo, que com humidade ainda se torna mais complicado, o ano passado fomos lá jogar uma semana depois deles terem subido de divisão da III para a II, foi muito complicado especialmente por causa do ringue. Agora, vamos ter as coisas ainda mais complicadas, reforçaram-se, têm uma excelente equipa, têm dois jogos em atraso o que torna a classificação enganadora, vamos trabalhar durante a semana para mantermos o que tem sido apanágio até agora, que é alcançar os três pontos em todos os ringues, sabendo que não é nem vai ser fácil. Apesar de ser uma deslocação longínqua, acredito que vamos ter algum público connosco, que vai fazer o esforço de nos acompanhar e que não vamos querer desiludir de maneira nenhuma.
 

Lodi sai de cabeça erguida frente ao Valongo

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  Illuzzi, autor de una grande prestação 

Os "Giallorossi" inauguraram o marcador com uma obra-prima De Rinaldis, mas acabaram por sucumbir ao desgaste, numa espetacular partida com um grande conteúdo técnico. As equipas saíram da pista ovacionadas pelo público, numa grande noite de hóquei em patins.


A ovação que o público dedicou ao Amatori Lodi e ao Valongo reflete bem o que foi visto na pista: um jogo espetacular, rápido e repleto de um excelente hóquei. Ou pelo menos até o Lodi ter resistido ao ritmo alucinante do Valongo.
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Os portuguêses são uma grande equipa, e não é por acaso que ocupam o topo do campeonato português: Ângelo Girão é um guarda redes de grande qualidade (Um pequeno aparte:Agora a seleção portuguesa tem finalmente um guardião digno do papel que desempenha), muito bom em todas as situações, incluindo no frente a frente e prosseguindo com oito jogadores que não tinham menos nível, que fazem uma equipa muito bem organizada, que joga hóquei que é uma poesia autêntica, marcada por um grande domínio, com uma velocidade impressionante e um ritmo que nunca cai , em nenhuma ocasião. A tudo isto, contribuiu um empolgante Amatori até perder a respiração.
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Belli construiu num curto espaço de tempo, uma equipa que sabe fazer tudo: defender, joga em velocidade, disfruta de uma variedade de soluções ofensivas, Entregando o coração e a alma em cada momento. O Presidente do Valongo, elogia no final da partida, Belli e os seus jogadores "O quarteto titular jogou muito bem até ao fim. Realmente é uma equipa muito forte." As mudanças? Quatro jovens, sem experiência internacional, a trabalhar para crescer.

Uma pena,como é uma pena que uma parte do público de Lodi tenha "abandonado" o Palacastellotti: 600 espetadores para uma competição da Euroliga é um número ridículo. Hóquei é uma moda? Em Lodi sim. Pena, porque quem foi divertiu-se, e logo desde cedo: Aos 5' em grande velocidade Francesco De Rinaldis inventa um dos golos mais bonitos das últimas duas décadas da camisola "Giallorossa", deslizando entre dois defensores, levantando e controlando a bola com dois dribles e fechando com um toque vôlei. O golo levantou a cortina de um maravilhoso jogo: velocidade constantemente alta, oportunidades desperdiçadas e o empate chega a 10' do descanso, depois do maestro João Souto de forma primorosa, assistir na perfeição Hugo Azevedo, que aproveita ao segundo poste.
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O desafio permanece em grande equilíbrio e é Del Monte e Girão que fazem  grandes defesas.
A partida começa a tomar tonalidades negroverde e aos 18: Platero acertou um tiro na trave e na resposta Hugo Azevedo faz o 1-2. Uma ironia, que não afeta o moral dos "giallorossi".

Os dois árbitros apitam tudo(O jogo vai termina com um quociente de faltas de 20-18) Muitas situações não são aproveitados corretamente pelo Lodi, que falha três livres diretos. Brusa de baliza aberta falha objetivo e Illuzzi perde  um frente a frente, as únicas falhas numa prestação do mais alto nível.

A isto devemos juntar o "fator sorte" que premeia Valongo: uma marcação mal cobrada de um livre a bola acaba no stick de João Souto que num contra-ataque solitário faz o 1-3. Perto do final já com os "giallorissi" sem "gasolina" surge o 1-4, assinado por Hugo Azevedo que torna o resultado muito pesado.

As pessoas aplaudem, mas mais do que isto, o Lodi realmente não podia fazer.

Para ver o jogo na integra carregue AQUI

Por: Paolo Virdi
Foto: Gabriele  Baldi(Ver mais)

Valongo vence Lodi e comanda Grupo A




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No Grupo A, o Valongo lidera isolado, depois de ter vencido fora de portas os italianos do Lodi, por 4-1, após o Liceo ter "escorregado" em casa do St. Omer, com um empate (2-2).

Os golos do Valongo foram apontados por João Souto(2) e Hugo Azevedo(2).

A equipa portuguesa, com claras aspirações a passar à fase seguinte da prova, destaca-se no primeiro lugar do Grupo A, com seis pontos.

Em segundo estão os espanhóis do Liceo da Corunha, com quatro, seguidos do St. Omer, com um, e no último lugar está o Lodi, sem qualquer ponto.

Na próxima jornada o Valongo recebe o Liceo da Corunha.

Fonte: Sapo Desporto
Gabriele Baldi  (Fotos)









Oliveirense continua sem vencer na Liga Europeia

 
A Oliveirense sofreu a segunda derrota no Grupo C da Liga Europeia de hóquei em patins, em outras tantas jornadas, ao perder em casa frente aos espanhóis do Reus por 5-3.

Depois de no primeiro jogo da fase de grupos ter perdido na casa do Valdagno por 5-4, dando luta até ao último minuto, a Oliveirense esbarrou agora na maior experiência e em alguma sorte do Réus. Na verdade, o jogo foi bastante equilibrado até aos últimos minutos, com a Oliveirense a conseguir acompanhar o ritmo da formação espanhola, falhando apenas na finalização.

O primeiro golo do Reus aconteceu aos 15 minutos, por intermédio de Jepi Selva. O avançado, num remate potente de meia distância, surpreendeu o guardião Diogo Almeida. Até ao intervalo, a equipa da casa tudo fez para chegar à igualdade, mas o adversário, muito organizado defensivamente, não deu margem de manobra para que se criasse perigo.

Depois do descanso, o jogo iniciou-se mais rápido, com ambas as equipas em busca do golo, mas, mais uma vez, foi a espanhola a mais eficaz, marcando por duas vezes. Isso trouxe-lhe mais confiança e, consequentemente, afetou a Oliveirense, que se deixou abater pelo bom momento espanhol. Mesmo assim, os cinco minutos finais foram de esperança para a formação portuguesa. A Oliveirense conseguiu chegar ao golo através de Rúben Pereira, deixando o público ao rubro, mas, no minuto seguinte, o Reus repôs a margem (três golos) que os separava.

Mesmo assim, o apoio do público manteve-se e a garra dentro de rinque parecia outra. A Oliveirense, em dois minutos, reduziu para o 4-3, com golos de Gonçalo Alves e de Poka, e esteve muito perto da igualdade, mas nos segundos finais, o Reus matou o jogo com um golo de Xavi Rubio. Na próxima jornada da Liga Europeia, a 14 de dezembro, a Oliveirense desloca-se ao reduto do Iserlohn, na Alemanha.


Fonte: Record