segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Oliveirense vence Torneio Vítor Silva

IX Torneio Cidade de Vale de Cambra

 
1385192 10151795568686263 254915669 nA Oliveirense venceu o IX Torneio “Cidade de Cambra- Víctor Silva” que se realizou entre sexta-feira e sábado naquela cidade do Distrito de Aveiro.

No jogo da final o conjunto de Nuno Resende bateu o Clube organizador, o HA Cambra por 3-0 com os golos a serem de autoria de Gonçalo Suissas, Rúbem Pereira e Nelson Pereira.

No jogo de apuramento dos 3.º/4.º lugares que se disputou antes da partida que decidia o vencedor do torneio em disputa a equipa do Valongo levou a melhor sobre o HC Mealhada por 6-2.

Gonçalo Louzada do HC Mealhada e Domingos Pinho da Oliveirense venceram os troféus de melhor marcador e melhor guarda-redes respectivamente.


1º Jogo

Valongo 0-2 Oliveirense (Gonçalo Suissas,Tó Silva)

 

 2º Jogo

HA Cambra 8 - 4 HC Mealhada

 


Atribuição do 3º e 4º lugar :

AD Valongo 6 - 2 HC Mealhada
 


Final

 UD Oliveirense 3 - 0 HA Cambra

 

Classificação Final

1º - UD Oliveirense
2º - HA Cambra
3º - AD Valongo
4º - HC Mealhada

 

Fonte:Plurisports
Fotos HACambra(Página Facebook)



Sanjoanense recebeu e venceu o Lavra


Sanjoanense venceu o Lavra por 4-2


Não foi fácil, para a Sanjoanense, vencer a equipa do Lavra que vendeu bem cara a derrota e fez os alvi-negros suarem para alcançarem os três pontos. 

Depois de uma goleada avassaladora em Cucujães, na 1ªJornada, a Sanjoanense procurava dar continuidade à boa exibição realizada, perante o seu público que acorreu a bom número.
 
 Contudo, a formação do Lavra tentou jogar sempre de forma muito compacta, defendendo perto da sua baliza, não abrindo grandes espaços e tentando sair para situações de ataque rápido e contra-ataque e desta forma causou alguns problemas aos homens da capital do calçado.
 Os alvi-negros, como seria de esperar, foram quem assumiram as despesas do jogo, mas iam esbarrando no guardião Nuno Costa que se mostrava inspirado e ia evitando o que podia. E perante o desacerto na finalização por parte da Sanjoanense, foi mesmo o Lavra que marcou primeiro no Pavilhão dos Desportos, aos catorze minutos por intermédio de André Campos.
 Não seria de esperar outra coisa que não a intensificação da pressão ofensiva por parte dos visitados que, depois de muito tentarem, chegaram finalmente ao golo aos vinte e três minutos, com João Oliveira a desviar um remate de Alfredo Nogueira e a fazer o seu quarto golo no campeonato, empatando o jogo que assim ficou até ao intervalo.
 Na segunda parte a Sanjoanense continuava a carregar, fazendo o segundo e passando para a frente do marcador aos oito minutos por Daniel Bastos que, bem ao seu estilo, fuzilou Nuno Costa com um remate forte.
 Mas o Lavra mostrava determinação e muita garra e conseguiu mesmo fazer o empate, aos treze minutos, na conversão de um livre-directo por Nuno Roque, após décima falta cometida pela Sanjoanense. O mesmo Nuno Roque poderia ter consumado a reviravolta mas desperdiçou novo livre-directo, pouco depois, após uma falta para cartão azul cometida por Alfredo Nogueira.
 Como o empate não servia aos intentos da Sanjoanense, Vítor Pereira arriscou mais e a sua equipa criava várias ocasiões com destaque, só na segunda parte, para cinco bolas ao ferro. O público, especialmente a claque Força Negra que apareceu na segunda parte para animar, e de que maneira, o ambiente, puxava pela equipa que estava infeliz na finalização. 
 Mas o que o ano passado foi motivo de alguns resultados menos positivos, neste jogo foi decisivo: as bolas paradas. Aos vinte minutos o jogo fica resolvido num pénalti e num livre-directo, primeiro pénalti marcado por Chico Barreira após um jogador do Lavra ter jogado com o patim deliberadamente dentro da área e, depois, falta para cartão azul e no respectivo livre-directo, Daniel Bastos a fazer o 4-2.
 O Lavra ficou algo desnorteado e os seus jogadores fizeram mais duas faltas, com duas admoestações de cartão azul mas, nos inerentes livres-directos, a Sanjoanense não conseguiu voltar a marcar. Antes do final, houve ainda tempo para Marco Lopes defender um último livre-directo.
 Não foi uma vitória fácil, como referido no início, muito por culpa da forma intensa como o Lavra defendeu e das muitas oportunidades desperdiçadas pelos alvi-negros. Com seis pontos, fruto de duas vitórias em dois jogos, a Sanjoanense mantém-se na liderança e no próximo Sábado terá um difícil derby com o Ac.Feira, no Pavilhão da Lavandeira, onde já não vence há dois anos.

Mundo Desportivo-ADS: Faço-lhe uma pergunta simples, apesar do Lavra ser uma equipa com valor que venceu o Paço de Rei na 1ªJornada, esta vitória foi mais difícil do que esperava?

Vítor Pereira: De facto eu acreditava que a nossa equipa, mais tarde ou mais cedo, iria passar para a frente do resultado e dilatar mais o marcador, não foi possível, eu no início do jogo tinha alertado bastante, tinha visto imagens de jogos do Lavra na pré-época, conheço o treinador do Lavra, que também foi meu treinador, sei que faz um trabalho sério e rigoroso, que já tem um grupo de alguns anos, com disciplina tática e foi assim que se apresentaram, muito disciplinados taticamente, a jogar no nosso erro, a jogar muito fechados e em contra-ataque, tiveram a felicidade de fazer o 0-1 e aí complicaram as coisas, nós ficamos algo ansiosos, fomos muito perdulários na finalização.

M.D.: Contamos na segunda parte, pelo menos, cinco bolas no ferro da baliza do Lavra, que até fez com que o seu guarda redes estivesse constantemente com um gesto curioso de agradecer aos ferros, passou também por aqui a dificuldade da vitória, o facto da Sanjoanense ter sido muito perdulária?

V.P.: Sem dúvida, se nós tivéssemos concretizado 50% das oportunidades que tivemos, tínhamos feito um resultado muito mais dilatado, mas também o Lavra não merecia, pelo jogo e atitude que teve, por isso acho que o resultado acaba por se ajustar e ficamos com os três pontos que era o que mais interessava. O importante foi ganhar, quer seja por um golo ou mais golos de diferença, com a massa associativa a apoiar-nos, mesmo quando as coisas não estavam a correr bem.

M.D.: Na temporada passada, existiram alguns jogos em que a Sanjoanense escorregou sobretudo por ineficácia nas bolas paradas e, hoje, o jogo acaba por ser resolvido num pénalti e num livre-directo. É algo que também o deixa satisfeito?

V.P.: Temos trabalhado bastante este aspecto, mesmo assim o nosso grau de eficácia não tem sido bom neste início de época, temos dois livres-directos concretizados, nos pénaltis temos sido mais eficazes, mas estamos a trabalhar e vamos continuar a trabalhar, nestes momentos que muitas vezes decidem jogos.

M.D.: Por último, para a semana a Sanjoanense desloca-se a Santa Maria da Feira para defrontar um adversário que lhe coloca sempre muitas dificuldades. Que antevisão faz e que palavra quer deixar aos adeptos para que eles voltem a aparecer em grande número, como o fizeram em Cucujães?

V.P.: Vai ser uma partida difícil, não há jogos fáceis, por vezes parece que há jogos teoricamente mais fáceis e as coisas tornam-se mais difíceis, compete-nos a nós tornar as coisas mais fáceis, com muito respeito pelo Ac.Feira que sabemos que contra nós, há uma motivação especial e dão o que têm e não têm e nós vamos tentar vencer, certamente que vamos ter muitos adeptos, espero que a Força Negra possa comparecer pois são uma enorme ajuda para nós, como se viu hoje, e que mais sanjoanenses nos apoiem, aqueles que gostam da Sanjoanense e de hóquei em patins em geral e, assim, trazermos os três pontos para São João da Madeira que é o mais importante.
Fonte: Mundo Desportivo-ADS

CART – Cucujães cancelado por falta de policiamento

Falta de policiamento dita cancelamento

Pode ter estalado uma nova polémica à volta da questão do policiamento dos espetáculos desportivos.

O jogo da segunda jornada da 2ª divisão nacional de hóquei em patins, entre o CART e o Cucujães, agendado para as 18 horas de ontem, no pavilhão dos taipenses, não foi realizado por falta de policiamento.

A dupla de arbitragem do Porto (Fernando Teixeira e Manuel Santos) recusaram realizar a partida, depois de terem aguardado pela chegada da força policial durante meia hora, conforme preveem os regulamentos desportivos.

Segundo Lima Pereira, Presidente da Direcção do CART, a Lei foi cumprida com a requisição de segurança privada para acompanhar a realização do jogo, facto que não demoveu a dupla de arbitragem que se mostrou intransigentes na sua decisão.

Para a Direcção do CART a interpretação da Lei (Decreto-Lei 2916/2012 de 9 de Outubro, alterado pelo decreto-Lei nº 52/2013 de 17 de Abril) está a ser feita de forma correcta tendo em conta que a 2ª divisão nacional de hóquei em patins se trata de uma competição de natureza amadora. Os responsáveis taipenses consideram que as normas e regulamentos criados pela Federação de Patinagem de Portugal, que obrigam a requisição de forças de segurança para os jogos da 2ª divisão, não podem sobrepor-se às Leis o país.

É mais um caso no desporto nacional, a juntar a outros tantos que já se têm verificado, sobretudo no futebol. 


 Fonte: Reflexo Digital

Portugal sagra-se campeão do Mundo

A seleção portuguesa de Sub-20 conquistou este domingo o seu segundo título mundial da categoria, 10 anos depois, ao golear a Espanha por 4-1 na final da sexta edição, em Cartagena, Colômbia.

Depois de ter perdido as derradeiras três finais com os espanhóis (2007, 2009 e 2011, a última em Barcelos), a formação das quinas repetiu, finalmente, o ceptro conquistado em 2003, em Montevideu, após um trajeto perfeito.

Frente à Espanha, os comandados de Luís Duarte efetuaram uma exibição quase sem falhas e chegaram a meio já a vencer por 2-0, com tentos do benfiquista Diogo Neves, aos nove minutos, e do portista Pedro Cerqueira, a um minuto do intervalo.

Na segunda parte, os tricampeões em título tentaram tudo para reentrar na discussão do encontro, mas Portugal não deu quaisquer hipóteses, aumentando ainda a vantagem, com um tento do portista Diogo Seixas e o "bis" de Diogo Neves.

A Espanha apenas conseguiu marcar já sobre o final, numa altura em que os portugueses já começavam a festejar, e na transformação de uma grande penalidade. Antes de superar os espanhóis, Portugal havia batido sucessivamente África do Sul (16-1), Angola (7-2) e Israel (10-0), na primeira fase, a anfitriã Colômbia (5-3), nos quartos de final, e a França (6-0), nas meias-finais.

Com este segundo título, a seleção lusa ficou a um da Espanha, isolando-se no segundo lugar do ranking, no qual também consta a Argentina, vencedora em 2005.


Fonte: Record

Benfica conquista Supertaça feminina

O Benfica conquistou este sábado, pela primeira vez na sua história, a Supertaça feminina de hóquei em patins, ao vencer a Sanjoanense por 4-3, em jogo disputado em Alcobaça.

O campeão nacional venceu o detentor da Taça de Portugal, entrando para a galeria de campeões da Supertaça, onde o CD Nortecoope é líder, com a conquista de seis troféus.

O Benfica marcou o primeiro golo do jogo, à passagem do quarto minuto, estando já a vencer por 3-0 aos 10 minutos. A resposta da AD Sanjoanense surgiu perto do intervalo, com dois remates certeiros que reduziram a diferença para 3-2.

Na segunda parte, foi novamente o Benfica a entrar melhor marcado para o 4-2 no marcador, mas a 10 minutos do final a equipa de São João da Madeira voltou a colocar a diferença mínima no marcador: 4-3.


Fonte: Record

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O Mundial de Sub-20 aos olhos de Bernardo Neves

1ª FASE DO MUNDIAL SUB-20 AOS OLHOS DE BERNARDO NEVES

A meu ver, estamos perante um Campeonato do Mundo com uma diferença qualitativa abismal entre as seleções, mais ainda do que estamos habituados, tendo na minha opinião seis seleções muito fortes, as quatro 'do costume' (Portugal, Espanha, Argentina e Itália), equipas fortíssimas, que dispensam apresentações, quatro candidatas ao título, partindo a seleção espanhola com uma ligeira vantagem teórica, visto ser a campeã em título e pela hegemonia dos últimos anos.

As duas revelações do campeonato são a anfitriã, Colômbia e a seleção do Chile, a primeira com um poder físico muito acima da média e uma qualidade técnica bastante apurada para o que estamos habituados pela parte deles, aliado á garra que os caracteriza e ao factor casa, jogando sempre com o pavilhão a abarrotar e num ambiente sempre complicado para os adversários. No Chile vi uma seleção muito bem organizada que criou grandes problemas à congénere Italiana na fase de grupos, perdendo pela margem mínima (7-6) num jogo disputado até ao último segundo.

Pelo contrário, temos neste campeonato 4 ou 5 equipas bastante débeis, com deficiências enormes de patinagem e sem qualquer cultura técnica ou táctica, o que cria um desnível absurdo para uma competição deste tipo, apesar de compreender que sem elas seria impossível termos uma competição com 17 equipas e tão bem 'composta' como esta. Mas é uma situação que dá aso a coisas como um apelo pela parte do Comité Internacional de Hóquei Patins, para que as seleções mais fortes tenham fair-play e atenção para não 'massacrar' as seleções mais frágeis, situação que, a meu ver, e apesar de compreender, acho algo controversa visto o tipo de competição que é, um campeonato do mundo!
Foto: Site Oficial Colômbia 2013

Mas falando agora do que realmente é importante, na nossa seleção, cumprimos o esperado com três vitórias nos respectivos três jogos, dois eles em jeito de passeio, contra seleções mais frágeis (África do Sul e Israel) e o terceiro contra a congénere Angolana, uma equipa com uma maior organização, e com elementos mais evoluídos tecnicamente, alguns deles jogadores de equipas portuguesas, teste que os nossos miúdos passaram com distinção com uma vitória por 7-2, alcançando assim o primeiro lugar do grupo B.

Chegámos á derradeira fase, o 'mata-mata', e já nos quartos-de-final espera-nos a tal surpreendente seleção Colombiana, com um pavilhão a 'rebentar pelas costuras' e a gritar contra nós. Mesmo esperando uma grande equipa pela frente e um ambiente hostil, acredito nos nossos miúdos e tenho a certeza que passaremos mais este difícil teste.

Passo a passo rumo ao título, EU ACREDITO !!

Bernardo Neves