quarta-feira, 31 de julho de 2013

Nafarros reforça a baliza

A formação da União Desportiva e Cultural de Nafarros continua com mexidas na equipa com vista para a preparação da equipa para a próxima temporada assim sendo garantiu Tiago Velez guardião que na época passada se encontrava ao serviço do UF Entroncamento.

Tiago Velez reforça Nafarros


Além dos nomes dos jogadores já anunciados pela 4Wheels numa primeira fase, e ainda os 9 jogadores devido ao "Plano B" do UDC Nafarros, a formação aos comandos de Pedro Feliz, conta agora com uma troca atletas, passando a garantir a contratação do já falado Tiago Velez para a baliza, e ao invés, o jogador Carlos Jorge pediu para sair e vai assinar pelo Alenquer e Benfica.

O plantel poderá ainda contar com mais uma ou outra entrada.

1ª e 2ª Divisões de Hóquei em Patins terão redução de clubes

Redução de clubes para a próxima época

A Federação de Patinagem de Portugal decidiu reduzir de 16 para 14 e de 32 para 28 o número de equipas da primeira e segunda divisões dos campeonatos nacionais de hóquei em patins, a partir da temporada 2014/15



Os Campeonatos Nacionais das 1ª e 2ª Divisões de hóquei em patins terão uma  redução de Clubes participantes, com efeito a partir  da temporada 2014/2015 e com  a transição a ser efetuada já nesta época 2013/2014.

Deste modo, a partir de 2014/2015 e sob proposta do Grupo de Trabalho constituído para o efeito, a Direção da Federação de Patinagem de Portugal deliberou que o principal escalão passará a ter 14 Clubes participantes, em vez de 16. Já a 2ª Divisão será disputada por um total de 28 equipas, no lugar das 32.

A temporada 2013/2014, a de transição, será então disputada por 16 Clubes, na 1ª Divisão, e 32, na 2ª, conforme o atual Quadro Competitivo.

No final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão 2013/2014, os 10 primeiros classificados garantem presença neste escalão na temporada seguinte. As equipas que concluírem o campeonato nos 13º, 14º, 15º e 16º postos serão despromovidas ao Nacional da 2ª Divisão.

Já os Clubes que assegurarem os 11º e 12º lugares terão de disputar um “play-out” com os dois segundos classificados de cada uma das Zonas (Norte e Sul) do Nacional da 2ª Divisão. Esta fase será realizada em formato de eliminatória, a duas mãos, e sempre com um Clube da 1ª Divisão frente a um Clube do 2º escalão. Os vencedores destas eliminatórias carimbam presença no escalão principal para a temporada 2014/2015, enquanto os vencidos marcarão lugar no Nacional da 2ª Divisão.

Deste modo, ficarão apurados 12 Clubes para a 1ª Divisão 2014/2015, aos quais se juntarão os vencedores das Zonas Norte e Sul do Nacional da 2ª Divisão 2013/2014, de modo a se atingir os 14 participantes.

Na 2ª Divisão, e para além das implicações supracitadas, os Clubes classificados entre o 3º e o 12º lugares de cada uma das Zonas mantêm-se no 2º escalão para a época 2014/2015. Os emblemas que terminarem nos 13º, 14º, 15º e 16º lugares serão despromovidos para a 3ª Divisão.

Assim, na temporada 2014/2015, estarão 28 Clubes (14 na Zona Norte e 14 na Zona Sul) em busca do título da 2ª Divisão.

Esta alteração dos Quadros Competitivos das 1ª e 2ª Divisões procura responder de imediato, não só à realidade económica e social do país, mas também às dificuldades emergentes, tanto económicas como desportivas, que se colocam diariamente aos Clubes. Pretende-se, assim, estabelecer um Quadro Competitivo mais estável, que permita uma redução de assimetrias competitivas, de modo a preservar o presente e a garantir o futuro do Hóquei em Patins.

Fonte: FPP

terça-feira, 30 de julho de 2013

Parede FC de volta à competição


paredefc-pedrocaeiroJá diz o ditado que “depois da Tempestade vem a Bonança”.
Vem isto a propósito da equipa sénior daquele Clube da Linha, depois de uma época em que esteve impedida de participar em provas oficiais de seniores, volta novamente a apostar neste escalão.
Com outra filosofia e onde a aposta passa quase por inteiro pela “cantera”, o reaparecimento da equipa sénior, que terá como timoneiro Pedro Simões Fernandes, tem como objectivo fazer um campeonato tranquilo com os objectivos mais ambiciosos a estarem contemplados para a época seguinte.
Pedro Caeiro Gonçalves, que é o actual Director Desportivo do Parede FC, deixou implícito isso mesmo na conversa que mantivemos com este jovem técnico e um dos grandes impulsionadores para a revitalização do Parede FC.

PLR – Depois de uma época onde o escalão Sénior esteve, por assim dizer, a “hibernar”, chegou a hora de voltar a apostar na equipa mais mediática do Clube.
Foi ponderada esta opção?

PCG - Depois de uma época em que reunimos uma comunidade de centenas de pessoas à volta do trabalho do clube, era preciso que voltássemos a ter o escalão máximo no nosso clube, para credibilizar ainda mais este projecto de recuperação do clube a nível desportivo. Começámos a preparar a próxima época bem cedo, quando em Março, eu e o treinador, Pedro Simões Fernandes, começámos a dar treinos à equipa e a preparar as nossas escolhas. Com as alterações que ocorreram a nível financeiro na 3ª Divisão impulsionadas pelo trabalho da APL, ambos, em conjunto com a direcção, que tem feito um excelente trabalho na recuperação financeira do clube, decidimos que faria sentido participar na 3ª Divisão.
Este vai ser o regresso do escalão Sénior do clube a um emblema com 85 anos de história. Sabemos que temos uma responsabilidade muito grande nas mãos, mas temos toda a confiança no excelente treinador que contratámos e no grupo de jogadores com que ficámos. É um plantel jovem e algo inexperiente, mas com muito potencial e bastante margem de progressão. A equipa irá trabalhar de braço dado com os Juniores, e haverá sempre dois lugares na convocatória para jogadores Juniores. Este é o 1º ano do projecto e por isso queremos fazer um campeonato tranquilo na 3ª Divisão e perceber onde é que esta equipa nos pode levar. Não vamos dizer que é para subir à segunda divisão, assim como não vamos negar essa hipótese. Queremos cimentar bem o projecto e transmitir a todos que o Parede está de volta.

PLR - A base da equipa sénior vem dos Juniores, ou reforçaram-se com muitos jogadores de fora?
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PCG - No próximo ano teremos praticamente toda a equipa Júnior a subir a Sénior. Este ano nenhum Júnior subiu a Sénior. Houve dois reforços: Ricardo Lopes (Ex- GR Júnior da Salesiana) e Bernardo Pereira (EX- UDC Nafarros). O resto do plantel é composto por jogadores jovens que tinham deixado de jogar há poucos meses: Hugo Charraz, Filipe Guerreiro, Diogo Lagarto, João Pereira Leite, Luís Gato, André Pires, José Gago e está ainda um outro jogador em cima da mesa para fechar o plantel.
e creio que tens aí tudo o que precisas.

PLR - O facto de os jogos da 3.ª terem que se realizar ao Domingo, não condicionará a entrada de jogadores juniores no plantel sénior?

PCG - É óbvio que isso será um entrave à livre gestão dos nossos Juniores, especialmente num plantel Sénior que contará muito com os Juniores. É que também agora no Distrital de Juniores os jogos são marcados automaticamente para o Domingo, mesmo sendo possível alterar com a concordância do adversário. Isto é que me preocupa. Vai ser difícil gerir disponibilidade de rinques e harmonizar horários, especialmente quando há clubes que nem aos emails respondem. Assim é difícil apostar em jogadores Juniores. No nosso caso, temos 13 Juniores no plantel e, por isso, não haverá grandes problemas na realização dessa gestão, mas é óbvio que estaremos condicionados, pois se quisermos ter os mesmos dois jogadores nos Juniores e nos Seniores, na maior parte das vezes, será impossível.

Plantel para a Época 2013/2014
Filipe Guerreiro (GR)
Hugo Charraz (GR
Ricardo Lopes (GR - ex-AJ Salesiana)
João Leite
Diogo Lagarto
André Pires
Luís Gato
José Gago
Bernardo Pereira (ex - UDC Nafarros)
Treinador: Pedro Simões Fernandes

Fotos: faceboock - Parede FC
 Fonte:Plurisports

Ferroviário Campeão de Maputo em Hóquei Patins

Ferroviário Campeão de Maputo em Hóquei Patins
O Ferroviário aguardava avidamente que o protesto do Desportivo fosse “chumbado” para festejar o título do Campeonato da Cidade de Hóquei em Patins, algo que veio a acontecer ontem, após a decisão do Conselho de Disciplina da Associação de Patinagem da capital (APCM).
Assim sendo, com 22 pontos, mais três que o arqui-rival Desportivo, os comandados de Pedro Tivane contribuíram com mais um título para a sua colectividade.


Na última jornada o Ferroviário venceu a Académica por falta de comparência, enquanto o Desportivo goleou o Estrela Vermelha por 5-0. 

Fonte:Jornal Noticias

Análise ao Mundial de Hóquei em Patins em Angola


Projecção, prestígio internacional e promoção do turismo e do desporto juvenil são as principais virtudes apontadas ao Mundial de Hóquei, que ocorre em Luanda e no Namibe de 20 a 28 de Setembro. A menos de dois meses do arranque, ultimam-se as obras nos pavilhões onde as provas vão decorrer. Tudo estará pronto a horas, promete o Executivo.

De acordo com um balanço feito no final da semana passada, à margem da FILDA, pelo Governo angolano, tudo indica que não haverá atrasos nas obras dos dois pavilhões multi-usos que têm estado a ser construídos em Luanda e no Namibe. O nível de execução do da capital, com uma área quase quatro vezes superior ao do Namibe estava a 86%, prevendo-se a sua conclusão para o último dia de Agosto e cerimónia de inauguração logo no início de Setembro.

Mais avançado estava o pavilhão do Namibe – 92% –, onde a meta para dar por findos os trabalhos no terreno é o dia 31 deste mês. Também o pavilhão do Malanje, que vai acolher, de 20 a 25 de Agosto, a já tradicional Taça Zé Du (e que serve de ‘antecâmara’ da prova maior), estava a avançar a bom ritmo: 93% dos trabalhos executados.


Estratégia pública, diz ministro



A escassas semanas do início de um evento desportivo mundial organizado por Angola – o último foi o CAN 2010 –, Executivo e economistas ouvidos pelo SOL são unânimes numa consideração: o campeonato vai custar muito dinheiro, mas o que conta é o retorno em termos de imagem e de potencial turístico, de prestígio lá fora e de aposta na promoção do desporto entre os jovens.

«A edificação dos pavilhões faz parte de uma estratégia para o desenvolvimento da modalidade e do desporto no país», garantiu ao SOL, esta semana, o ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba. De acordo com o governante, no quadro deste esforço está previsto «construir, reestruturar e modernizar as infra-estruturas desportivas» do território.

Muandumba afirmou que, se não fosse este Mundial, «os pavilhões não seriam erguidos nesta altura», mesmo estando nos planos do Executivo. Mas, tendo em conta o esforço de investimento que está a ser feito, garantiu que o Governo vai «formar mais quadros para melhorar a gestão».


Recurso à dívida ajuda a fazer investimento



O Orçamento Geral do Estado 2013 contempla, no Ministério da Juventude e Desportos, como programa de investimento público, uma verba próxima dos 100 milhões de dólares só para a construção dos dois pavilhões que vão acolher o evento e da infra-estrutura onde se vai disputar a taça em honra do Presidente da República.

O mais caro é o de Luanda: deverá custar 67 milhões de dólares, sendo que a maior parte do investimento será financiado com linhas de crédito.

Para os pavilhões do Namibe e Malanje está contemplada uma verba idêntica: cerca de 14,2 milhões de dólares, dos quais apenas 2,71 milhões serão financiados com recursos ordinários. O resto é dívida.

Além destes custos, estão contemplados 3,50 milhões de dólares para o ‘apetrechamento dos pavilhões multi-usos’ e, nas despesas de funcionamento do Ministério, há uma verba de 18,9 milhões de dólares destinada ao evento. Além de outros investimentos a considera, como melhorias de infra-estruturas, como estradas, aeroportos, forças de segurança, hotelaria.

Mas, quando está em causa uma chance de promover o país e contribuir para a promoção de um valor como o desporto, não deve entrar-se na pura lógica financeira do custo-benefício, defendem os economistas que o SOL ouviu.

Aguinaldo Jaime, ex-presidente da ANIP, não tem dúvidas: «Se a principal consideração fosse o retorno financeiro, provavelmente não se faria nenhuma destas infra-estruturas», afirma o também antigo governador do Banco Nacional de Angola e ministro das Finanças.


Exemplo para os jovens



Este esforço, defende, deve ser «enquadrado na política de relançamento e manutenção de modalidades desportivas, que implica a construção e relançamento de infra-estruturas».

A promoção do desporto, sublinha, é «muito importante», em especial entre os mais jovens. «Deve passar-se a mensagem de que é importante ter um corpo são numa mente sã», afirma Aguinaldo Jaime, que vê ainda virtudes na oportunidade que o Mundial trará «na promoção da imagem do país no exterior, aumentando a sua credibilidade internacional».

Alves da Rocha, director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Luanda, concorda. «Não sei se houve algum estudo de viabilidade que pudesse antever o retorno económico de um investimento desta natureza, mas penso que os objectivos são mais políticos, uma vez que o evento pode promover a imagem de Angola no estrangeiro», afirma o professor.

«Se os objectivos fossem económicos, certamente estes pavilhões não seriam construídos. A questão do prestígio deve falar mais alto», sublinha, lembrando que, no futuro, os pavilhões desportivos poderão ter utilizações diversas, como os que foram feitos para o CAN 2010.

Eugénio Clemente, director do Instituto de Fomento Turístico, enfatiza o potencial do Mundial na sua área de intervenção, considerando que terá muita importância na imagem do país no estrangeiro. «O ganho inicial é sobretudo a promoção de Angola como destino turístico», diz, considerando que esta mais-valia em termos de marketing «supera o investimento financeiro» realizado pelo Estado.

Mas há outro ponto relevante, acrescenta: «O Mundial incentiva o investimento futuro, privado, porque, correndo tudo bem, pode ajudar alguns empresários indecisos a tirarem dúvidas sobre Angola».

E quanto aos riscos de um evento deste tipo? Eugénio Clemente não os vislumbra. «Não vejo riscos nesta operação: é um desafio».


Bilhetes a preços acessíveis



Os visitantes que o Mundial poderá trazer ao país, mas serão seguramente milhares, incluindo os que vêm com as comitivas e vão encher os hotéis do Namibe e da capital. E muitos mais angolanos vão acorrer aos pavilhões.

A venda de bilhetes deverá arrancar dia 15 de Agosto. De acordo com a organização do evento, haverá preços módicos, para que o acesso aos jogos seja o mais generalizado possível. O preço dos bilhetes deverá rondar os 100 kwanzas (80 cêntimos) nas bancadas normais e 1.000 a 1.500 kwanzas (8 a 12 euros) nos camarotes.

Caio investe na restauração

Caio é sócio do Will Restaurante Sushi Bar
Além de representar a equipa de hóquei em patins do FC Porto, Caio Oliveira dedica-se à restauração. O jogador é sócio do Will Restaurante Sushi Bar, na cidade invicta.

Uma atividade “perfeitamente conciliável” com a modalidade. “Já servi à mesa. À noite, principalmente ao fim de semana, temos tido uma grande adesão e já foi preciso”, revela à revista “VIP”.


Fonte:Record

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Beach Hockey foi um sucesso

Decorreu este Sábado, na Praia de Matosinhos, o primeiro evento de Beach Hockey organizado pela FPH. Foi uma tarde fantástica, com sol, convívio, diversão e excelentes performances das equipas.

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A experiência foi, por isso, muito positiva, ficando a certeza que o hóquei na praia é uma variante com potencial para crescer, ainda mais quando Portugal é um país com óptimas condições geográficas e climatéricas para a prática de desportos na praia.
As quatro equipas que aceitaram o desafio para lançarem oficialmente esta variante em Portugal estão de parabéns. A Federação Portuguesa de Hóquei (FPH) promete que o beach hockey estará de volta na próxima época desportiva.

Classificação final
* 1º Lusyavesteam
* 2º Sport Club do Poro
* 3º Beach Hockey Tigers
* 4º Vilanovense Futebol Clube

Vídeos disponíveis no Canal do Youtube da Federação Portuguesa de Hóquei.

História do Beach Hockey

A nível internacional o beach hockey surgiu em 2004, idealizado por Floris Bovelander, um dos melhores jogadores de hóquei em campo de todos os tempos, com a realização do primeiro campeonato holandês de hóquei de praia. Em 2005, a variante do beach hockey passou a ser reconhecida pela Federação Holandesa de Hóquei, tendo-se realizado várias demonstrações da variante no Campeonato do Mundo de Júniores de Hóquei em Campo que teve lugar em Roterdão. Em 2006 já eram mais de 2000 os participantes em torneios da variante e em 2007 passaram a ser mais de 100 os clubes que praticam esta variante. Actualmente, existem diversos países a desenvolver o beach hockey, como a Bélgica, a Alemanha, a Espanha, a Itália, a França, a Bulgária e a Inglaterra (Europa), a Argentina e o Brasil (América), e o Japão (Ásia).
Em Portugal o beach hockey está a dar os primeiros passos e 2013 foi o ano do arranque definitivo desta variante no país.

Fonte: MultiDesportos

Alenquer ainda com plantel em aberto


S Alenquer BO S Alenquer B que terminou na passada época na 4.ª posição da classificação final, viu sair Rúben Martins para França, Hugo Nascimento para o UD Vilfranquense e Fábio Júnior que vai representar a próxima época a AD Carregado, procura ainda os substitutos para colmatar estas saídas.
Contactado pela Plurisports, Carlos Garção o Director para o HP do Clube da Vila Presépio, foi claro sobre o futuro imediato da equipa sénior. “As despesas são muitas, os patrocínios são cada vez menos, daí a dificuldade de fechar o plantel. Precisamos de mais dois jogadores, mas sem dinheiro, será difícil. Vamos esperar para ver o que dá”.
Confirmado por Carlos Garção é a entrada na equipa sénior de dois jovens da “cantera”, Renato e João Patrício.

Diogo Ganchas continuará a ser o técnico da formação de Alenquer que terá à sua disposição, para já, de:

Tiago Falé
João Mendes
André Valério
Carlos Domingos
Alexandre Silva
Pedro Lourenço
Flávio Santos
André Garção
Fábio Bogalho
Renato (ex-júnior)
João Patrício (ex-júnior)

Fonte: Plurisports

Carregado vai-se estrear no hóquei patins


adcarregadoA Associação Desportiva do Carregado, vai apresentar pela primeira vez no seu historial uma equipa de hóquei em patins.
Com alguns jogos particulares já realizados durante a passada época, os responsáveis por esta secção no Clube a Norte de Lisboa achou que estavam criadas as condições para a participação nas competições oficiais.
Sob orientação técnica de Acácio Rodrigues, esta equipa que é composta maioritariamente por atletas que fizeram a sua formação no S Alenquer B, tem como objectivo a participação no Distrital da AP Lisboa, e segundo o seu técnico é uma aposta que tem como mira a conquista do título distrital que na passada época teve o SL Benfica-B como vencedor.
Para além da criação desta equipa sénior, os responsáveis pelo hóquei em patins do AD Carregado apostam forte na formação, e tem aqui um espaço onde poderão tirar dividendos deste trabalho agora iniciado.

Plantel 2013-2014

Paulo Conceição
André Botelho
Bruno Fonseca
Miguel Nobre
João Simões
Miguel Sousa
Samuel Branco
Fernando Rodrigues
Ricardo Inácio
Paulo Ferreira
Miguel Branco
Fábio Xina (gr)
Hugo Guedelha
Samuel Vitor (gr)
Tiago Oliveira (ex-FC Alverca)
Fábio Júnior (ex-S Alenquer B)

Treinador: Acácio Rodrigues
Director: Marco Romão


Fonte: Plurisports

«Foi uma temporada bastante positiva da nossa parte.»: Nelson Mateus


P4201420 Um ano passado depois de termos conversado com Nelson Mateus, o treinador do Grândola, ele que ficou umbilicalmente ligado ao sucesso deste Clube, com a subida à 2.ª Divisão, voltamos à conversa com este jovem técnico, para sabermos como foi a participação do Grândola na prova, fazer de certa forma o balanço da época, desvendar o que será o Grândola na próxima época, e falarmos um pouco da realidade do hóquei em patins na actualidade.

PLR - Passado um ano, com a subida histórica no Clube à 2.ª Divisão, onde a ansiedade e a apreensão de um Campeonato diferente e mais competitivo era a sua grande preocupação, eis que o Grândola passou, quase com distinção, esta época na 2.ª Divisão.
Que balanço faz deste trajecto que terminou nos finais de Maio?

NM – Foi um trajecto positivo. Acho que no final todos ficaram com um sabor agrídoce pois, a 4 jornadas do fim, estivemos no 3º lugar e acabamos no 7º. Mas acima de tudo fica o crescimento e a evolução de uma equipa, que a meu ver, ainda tem muitos degraus até atingir o seu patamar mais elevado.

PLR- A equipa do Grândola que competiu no campeonato da 2.ª Divisão era maioritariamente a mesma que conseguiu a subida na época anterior.
Recordo-me de na altura nos comentar que a maioria deles nunca tinha competido na 2.ª Divisão.
Como foi a adaptação destes jogadores a um campeonato teoricamente mais competitivo?

NM – Foi bastante positiva. São jogadores de talento e trabalho e quando assim é as coisas tornam-se mais fáceis. Agora a 2ª divisão não é a 3ª, e a qualidade dos nossos adversários é superior, o que fez com que estes jogadores tivessem bastantes testes à sua capacidade e viram em que capítulos ainda têm de melhorar para poderem serem mais consistentes e melhores.

PLR – Quando iniciou o campeonato tinha certamente objectivos definidos, mas esperava chegar ao final da prova a ocupar um honroso 7.º lugar com 53 pontos e a 4 pontos do 3.º classificado?

NM – Tinhamos o objectivo da manutenção claramente. Aliás um clube como o nosso, com 4 anos de existência, não “podia” ambicionar a mais. O que é certo, e como disse anteriormente, é que os meus jogadores são talentosos e trabalham muito e isso, geralmente, é a combinação ideal para que os resultados apareçam. Se tivessemos sido mais consistentes, nomeadamente, em casa poderíamos ter acabado noutra posição mas penso que foi uma temporada bastante positiva da nossa parte.

PLR – Foi certamente uma das equipas sensação da prova. À 25.ª jornada ocupava o 3.º lugar, mas depois até ao final uma quebra acentuada que a levou par ao 7.º lugar. A que se deveu isso?

NM – Deveu-se a algumas situações. Primeiro somos uma equipa inexperiente nestas andanças, depois quisemos nesses jogos resolvê-los logo nos primeiros minutos o que nos foi fatal e finalmente esta equipa ainda se encontra num “escalada” de consolidação de processos. É importante referir que estes jogadores só a partir do ano passado é que começaram a trabalhar em processos defensivos de HxH, por exemplo, e isto, como em tudo no desporto, leva tempo a consolidar. Agora também acredito que quando passarmos, e espero que sim, por outra experiência a equipa dará outra resposta pois a evolução é isto mesmo, aprender com os erros para no futuro se fazer diferente para melhor.

PLR - Curiosamente e olhando para os números deste campeonato, o HCP Grândola somou mias pontos fora (foi a 3.ª melhor equipa, logo atrás do HC Mealhada e do SC Tomar) que em casa. Que análise faz a esta prestação da equipa?

NM – Vem um bocado na sequência daquilo que disse anteriormente, nós fora demos quase sempre o controlo do jogo ao adversário e como o nosso modelo de jogo assenta em transições rápidas, tanto defensivas como ofensivas, a equipa sentia-se muito confortavel com esse tipo de abordagem. Também beneficiámos, na minha opinião, de algum facilitismo dos nossos adversários que indo jogar contra uma equipa, que tinha acabado de subir, pensaram que o jogo seria mais acessível.
HCP GRANDOLA - 2012-2013

PLR – Nelson, terminada a época que balanço e análise faz do Campeonato da 2.ª Divisão Sul e das equipas que competiram? Esperava uma prova mais forte ou não?

NM – A 2ª divisão foi muito daquilo que eu esperava, depois de analisados os plantéis. Duas equipas claramente com outros patamares competitivos e com muita qualidade que se destacaram das outras. Depois um grupo maior na casa das 11-12 equipas que tiveram sempre jogos bastante competitivos entre si e 2-3 equipas que cedo perderam muitos pontos e que viriam a demonstrar muitas dificuldades em acompanhar o resto do grupo.

PLR – Olhando para o futuro, há novidades no plantel do Grândola?

NM – O plantel do HCPGrândola vai ser sensivelmente o mesmo. É claro que vamos, caso haja essa possibildade, de melhorar o plantel mas estou muito contente com os jogadores que tenho. Mesmo não entrando ninguém, e já disse anteriormente, temos muito por onde melhorar e sabemos exactamente onde vamos trabalhar para que isso aconteça.

PLR – Comenta-se que vai haver alterações nos quadros competitivos seniores. Redução de equipas nas divisões superiores, eventualmente o aparecimento de play-offs nas fases finais dos campeonatos. O Nelson tem alguma ideia formada sobre o modelo competitivo mais acertado?

NM – Para mim penso que os playoffs vinham trazer outra espectacularidade à modalidade, já de si uma das mais espectaculares e com grande incerteza no resultado fruto da mudança das regras que tornaram, a meu ver, o jogo com menos contacto físico, mais dinâmico e com muitos golos. Isto para a 1ª divisão, já para as seguintes divisões penso em 2 soluções. Uma onde a 3ª divisão acabaria e se realizaria mais séries na 2ª divisão também com a introdução de regionais onde as taxas, como foram este ano no regional da APL, bastante mais em conta para os clubes. Esta solução traria aproximação geográfica o que poupava muito nas deslocações dos clubes. A outra solução seria manter a estrutura como está mas que a 3ª divisão passasse a ter outro modelo competitivo pois acabar o campeonato em janeiro ou fevereiro torna as coisas bastante complicadas a nível de intensidade de treino, jogo e própria motivação para os jogadores e toda a estrutura do clube. Mas convém referir também que a Federação juntamente com os clubes deve encontrar solução para descer as taxas e reduzir os gastos dos clubes, não só dos clubes da 3ª divisão, pois tirando uma mão cheia deles a nível nacional, os outros apresentam bastantes dificuldades em sobreviver e com isto quem fica a perder é o Hóquei em Patins!

PLR - É cada vez mais recorrente os Clubes e pessoas ligadas à modalidade começarem a pôr em causa os valores que a FPP aplica, seja na organização de jogo, arbitragens, e em particular nos custos, sem proveito para os Clubes, das transferências.
Que comentário faz a esta situação?

NM – Em relação às taxas, como já disse anteriormente, é essencial que se arranje soluções para podermos baixá-las dentro de uma lógica de progressão para a modalidade. Acho que era importante a Federação fazer chegar aos clubes, para que estes tenham conhecimento e não critiquem só por criticar, para onde vai o dinheiro dos clubes e em que é aplicado esse dinheiro. Já as transferências é assunto que eu gostava que fosse revisto pois o que se está a ver é que os clubes com uma tendência mais formadora levam razias, ano após ano, dos seus melhores jogadores e não são ressarcidos de todo o trabalho que tiveram em formar o jogador. Obviamente que com esta crise é muito díficil os clubes andarem a pagar montantes elevados pelos jogadores mas devia de haver um mecanismo de “proteção” para esses clubes formadores de modo a que os jogadores, muitas vezes só porque os pais se zangaram com o clube, abandonem o clube sem que esse clube seja ressarcido por todo o tempo que despendeu com esse atleta. Agora também cabe aos clubes terem algum bom senso e estabelecerem parcerias entre si de modo a que haja intercâmbio de jogadores, porque no fundo, o que eu quero como treinador, é que os jogadores continuem a jogar e que cada vez hajam mais jovens a praticar Hóquei em Patins.

PLR - Para terminar deixo-lhe este espaço para poder comentar ou falar de algo que nos tenha escapado nesta pequena entrevista e que gostaria de registar.

NM – Acima de tudo gostaria de agradecer a vossa disponibilidade para falar um bocado sobre o meu clube e sobre o Hóquei em Patins no seu geral. Deixar-vos também os votos de muito sucesso e que continuem o fantástico trabalho que têm feito na promoção da modalidade.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Rumores e Transferências








Hugo Costa Pereira, estará muito perto de assinar pelo CD Paço de Arcos, o único entrave poderá ser o valor a pagar pela transferência.

Joel Rodrigues, jogador que à duas épocas esteve ao serviço do HA Cambra, e a época passada esteve sem jogar, está de regresso à Escola Livre de Azeméis.

Boavista garante dois reforços

O plantel do Boavista F.C., que irá participar na 3º Divisão Nacional na próxima temporada está praticamente definido, embora esteja ainda em aberto algumas contratações. Para já de salientar 2 reforços para o seu plantel senior para a época 2013/2014, dois jovens promissores que pretendem ajudar a cumprir os objetivos apresentados pelo clube para a próxima época.

Diogo Miguel e Américo Rosário à direita são os reforços até ao momento

Plantel 2013/2014


Estes são os atletas que preenchem o plantel neste momento:

Gil Clemente
Bruno Teixeira
Ricardo Oliveira
Pedro Campos
José Luís
Hugo Oliveira
Carlos
Diogo Miguel (ex- Entrecancelas)
 Américo Rosário (ex- Cucujães)

Equipa Técnica:

Treinador- Óscar Alves (Joca)
Diretor/Seccionista- José Morais
Diretor/Seccionista- Paulo Oliveira
Seccionista- Jean Pierre

Fonte: Boavista FC